Desenvolvimento sustentável requer novas posturas das corporações

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Por séculos as empresas voltaram seus negócios exclusivamente para o consumo de seus produtos. Os executivos investiram em tecnologia e na capacitação de mão de obra para que tivessem o máximo de lucro possível, mas raramente pensaram nos efeitos que o progresso industrial teria sobre a natureza.
Porém, atualmente, estamos em outro extremo. Agora os esforços empresariais são direcionados para o desenvolvimento sustentável: produtos biodegradáveis, reciclagem, reaproveitamento de recursos e coisas do tipo. Com tantas mudanças no foco dos negócios, a maneira de administrar tem se adaptado às novas demandas de mercado. E, por isso, os Administradores precisam estar atentos a tais mudanças, porque precisam adequar a produção às novas necessidades do consumidor, que tende a dar preferência para as empresas que se preocupam com o meio ambiente.
Existem várias maneiras da corporação levantar a bandeira da sustentabilidade. Torneiras que se fecham automaticamente, coleta seletiva de materiais, reaproveitamento de papel e outras atitudes semelhantes não apenas economizam os gastos da corporação, como também descartam menos lixo. Há ainda empresas que dão preferência a fornecedores que adotam práticas ecologicamente corretas, o que acirra a competitividade do mercado de trabalho, pois as corporações que têm atitudes sustentáveis acabam se destacando.
Outra prática entre as companhias é o treinamento que elas oferecem aos seus colaboradores com o objetivo deles aprenderem a preservar o meio ambiente no trabalho e repassarem o conhecimento à família. Além disso, os produtos da empresa também podem contribuir para o desenvolvimento sustentável se as embalagens deles forem recicláveis ou, quando possível, forem de material reciclado; sem contar que na composição dos produtos não pode haver elementos que prejudiquem o meio ambiente.
Se no passado nem clientes e empresários se preocuparam em evitar a contaminação do planeta, agora a corrida é para recuperar o tempo perdido. Além das novas ofertas de mercado, são frequentes as realizações de seminários e debates para decidir os próximos passos das corporações. Eventos como o Congresso Mundial de Administração, que neste ano trará o tema “Pacto Global: a contribuição da Administração para uma sociedade mais justa e sustentável”, são uma oportunidade que o Administrador deve aproveitar para se manter atualizado das novas tendências de mercado.
A sustentabilidade é um caminho que as corporações têm percorrido e o Administrador precisa estar atento a essas mudanças e adaptar os negócios que gerem a esse novo cenário mundial.

Empresas se adaptam constantemente às mudanças do mercado de trabalho

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As empresas tem mudado a sua forma de se projetar no mercado e administrar seus recursos. Se no passado o foco corporativo se limitava ao cliente, a mão de obra não precisava de vasta especialização e a maior parte das ações de propriedade da empresa se mantinha com a família fundadora do negócio, hoje podemos notar grandes mudanças na atuação das companhias.
Na hora de contratar profissionais, por exemplo, as empresas requerem cada vez mais qualificação da mão de obra, independentemente do cargo concorrido. Já presidir e chefiar setores, atualmente, é responsabilidade confiada a pessoas especializadas e nem a família fundadora fica de fora da cobrança. Se décadas atrás ela detinha total ou maioria das ações de propriedade da empresa, atualmente, os fundadores dividem suas ações com outros sócios proprietários, dependendo ainda da posição desses outros para tomada de decisões na corporação.
Ao longo dos anos, passou-se a perceber ainda a importância de valorizar o empregado para que ele produzisse mais e melhor. É verdade que antes as empresas só tinham olhos para os clientes, porém a comunicação corporativa se tornou uma das principais ferramentas para avaliar o grau de satisfação do funcionário a respeito da empresa. Satisfação que tende a ser maior se a corporação oferecer, além do salário, benefícios trabalhistas. Auxílio alimentação, plano de saúde, participação nos lucros e outras vantagens são, na verdade, um investimento na qualidade de vida dos empregados. Ser responsável pela satisfação do trabalhador é uma visão moderna do papel corporativo na sociedade.
Hoje, para ser referência, não basta a empresa investir só em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. É importante que ela direcione recursos para a sustentabilidade do planeta, bem como para a criação de programas sociais. Nada mais atual no meio corporativo do que este foco em desenvolvimento sustentável, um conceito que ganha cada vez mais proporção no mundo dos negócios.
Então, a corporação precisa manter-se a par das novas tendências de mercado para se adaptar sem prejuízos às constantes mudanças do mercado de trabalho. Por isso, elas esperam dos profissionais contemporâneos tanta qualificação, pois assim os contextos que são reformulados constantemente poderão ser incorporados aos cotidiano corporativo.