Assédio sexual no trabalho: 52 % das mulheres já passaram por esse drama

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Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), 52% das mulheres economicamente ativas, já sofreram algum tipo de assedio sexual no Trabalho. No Brasil, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) define assédio sexual como abordagem indesejada com intenção sexual ou insistência inoportuna de alguém em posição privilegiada, a fim de obter favores sexuais dos subordinados. O assédio sexual pode começar com simples cantadas e insinuações, evoluir para um convite para sair e chegar ao ponto de exigir beijos, abraços ou contatos mais íntimos.
No Brasil, o assédio sexual é considerado crime, sendo estabelecida a pena de detenção de um a dois anos de prisão para quem praticar o ato. A legislação brasileira estabelece que o comportamento é considerado assédio, quando um superior hierárquico constrange uma funcionária com a intenção de obter vantagem ou favorecimento sexual. Existem dois tipos de assédio mais frequentes: o assédio por chantagem e por intimidação. No primeiro a vítima precisa provar que foi coagida e teve conjunção carnal, já o segundo pode ser caracterizado sem que tenha ocorrido uma ameaça, uma cantada ou brincadeira de mau gosto se enquadram na ação.
Entretanto, o assédio sexual é muito difícil de ser comprovado e normalmente os juízes consideram como assédio apenas o do primeiro tipo, com conjunção carnal. E como provar esse tipo de assedio no trabalho é dever da vítima, muitas vezes elas preferem o silêncio a perder o emprego. A ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Maria Cristina Peduzzi, explica que o efeito que o assédio sexual pode produz no contrato de trabalho é também a sua dissolução, que pode ocorrer através do pedido de demissão, abandono de emprego ou rescisão de contrato indireto da pessoa vitimada.
Combate ao assédio sexual:
O Sinaerj é totalmente contrário a qualquer ato que constranja os trabalhadores e vem lutando dia a dia para que as organizações se conscientizem dos problemas que isso pode acarretar tanto ao assediado quanto ao assediador. Para quem precisa de informações mais detalhadas, o Ministério do Trabalho e Emprego disponibiliza uma cartilha sobre o “Assédio Moral e Sexual no Trabalho”. Clique no link abaixo e confira.

LINK:
http://portal.mte.gov.br/data/files/8A7C812D32B088C70132D9AAB506149C/AssedioMoralnoTrabalho.pdf

OIT alerta que oscilações econômicas e de trabalho na Europa podem influenciar os países da America Latina

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A Organização Internacional do Trabalho (OIT) alertou, através de um estudo divulgado no dia 12 de março, que a América Latina precisa se preparar para eventuais consequências da crise econômica europeia no mercado de trabalho da região.

Segundo a OIT é preciso fortalecer uma série de instituições laborais para evitar que isso reflita em uma deterioração dos mercados de trabalho da América Latina. Outra recomendação importante dada pela organização é para que os países que tenham seguro desemprego aume
ntem a cobertura do benefício, pois eles desempenham um papel importante de estabilizador automático diante das flutuações da atividade econômica e de emprego.
A Diretora regional da OIT, Elisabeth Tinoco, informou que as preocupações são necessárias porque a Europa está longe de voltar a seus melhores dias, o Estado Unidos teve pouco crescimento e o Japão está em nova recessão, por isso todo o cuidado é pouco, para que essa crise não abale os países na América Latina.
O estudo fez ainda uma análise das taxas de desemprego e aumento salarial do Brasil e concluiu os números se mantiveram estáveis por conta da demanda interna vigorosa, além de programas do governo como Bolsa Família e transferência de renda que fizeram com que ocorresse uma queda significativa nos níveis de pobreza no país. Porém, a Organização afirmou que apesar de positivo é preciso estar atento às oscilações internacionais.

E quando o líder deixa a empresa nas mãos dos funcionários?

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O líder tem papel fundamen tal no ambiente de trabalho, pois ele é responsável por transferir aos subordinados às estratégias e objetivos que a empresa deseja alcançar. Ele tem como papel essencial o planejamento, organização e coordenação dos funcionários e projetos que serão elaborados e implantados pela organização. Mas, e se o líder resolver deixar a empresa nas mãos dos empregados?
Exercer a função de líder dentro das organizações não é uma tarefa fácil é preciso responsabilidade, liderança e comprometimento. Porém, muitas vezes esse gestor, por falta de experiência ou não aguentar o peso do cargo, acaba cometendo falhas que podem prejudicar a equipe e principalmente a empresa. Não delegar tarefas ou deixar que os funcionários tomem uma decisão de responsabilidade do líder são as principais atitudes que podem minar o profissional e organização.
É importante ressaltar que o trabalho do líder é guiar seus subordinados e uma vez que as pessoas tendem a seguir esse exemplo, elas acabam absorvendo as características de trabalho deste chefe. Sendo assim, se o líder não é organizado, não cumpre as normas da empresa e vive sendo convocado para conversas que mais parecem na verdade “chamadas de atenção”, a equipe desse líder seguirá seu mau exemplo e será relapsa e improdutiva.
Nenhuma empresa seja qual for o tamanho ou segmento sobrevive sem Lideres. Pois sem direção, funcionários tendem a caminhar para um vazio e a empresa para a mesmice. Por tanto escolher o líder certo para a equipe é fator fundamental para sobrevivência da empresa, pois a organização que deseja crescer precisa contar, acima de tudo, com gestores profissionais, honestos e comprometidos. Se o gestor que está à frente da sua organização está deixando a desejar, é melhor retira-lo da função e delegar esse cargo a um funcionário mais profissional.

Administração do tempo é uma das chaves para trabalho sob pressão

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Trabalhar sob pressão nos dias de hoje é um dos requisitos básicos e fundamentais para o profissional de qualquer área. Antes vista como negativa, a expressão virou uma qualidade valorizada pelas empresas que sempre buscam candidatos com essa capacidade. Cobranças frequentes e prazos cada vez mais curtos fazem parte do ambiente empresarial moderno, cuja demanda deve ser sempre bem atendida.
Existem pessoas que lidam muito bem com o fato de estar pressionadas, e outras, acabam se prejudicando tanto no lado pessoal como no profissional. Para otimizar a vida empresarial, especialistas apontam que um dos passos mais importantes é saber administrar o tempo e definir prioridades.
Planejamento deve ser feito para tudo na vida e não é diferente para o trabalho. Mesmo que ocorram mudanças no plano de negócios, o profissional não ficará tão perdido para conseguir gerenciar uma avalanche de informações e novas metas que recebe todos os dias. O planejamento no trabalho é uma forma de organização de tarefas e prazos.
Saber se desligar do trabalho também é uma forma de lidar com a pressão, pois no descanso o profissional tem um tempo para relaxar e se dedicar às atividades que mais gosta mantendo um equilíbrio entre a vida fora do emprego e dentro dele. Praticar esportes, aproveitar a família e amigos são maneiras de distração e diversão que ajudam a extravasar o estresse.

Meritocracia como instrumento de retenção de profissionais

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Atualmente o Brasil está em uma excelente fase em relação à farta oferta de empregos. O mercado de trabalho tem oferecido todos os dias, novas oportunidades de serviços as mais variadas áreas de atuação. Sendo assim, o novo desafio das organizações não está mais em apenas contratar, mas também reter seus profissionais. Diante dessa nova realidade, as empresas estão cada vez mais atentas às várias estratégias de motivação dos seus funcionários, entre os modelos adotados, está um programa de reconhecimento e avaliação de desempenho, com aplicação dos conceitos de Meritocracia. Mas como funciona essa gestão?
A meritocracia é quando a organização considera o mérito como razão para atingir determinada situação. Através desse modelo o colaborador é remunerado ‘financeiramente’ por meio da análise do seu desempenho, tendo como base seus méritos, medidos por atitudes e principalmente por resultados trazidos a empresa. A implantação deste método permite valorizar cada funcionário com base na avaliação de suas realizações, dedicação, investimento e comprometimento em favor da empresa, além de permitir que os profissionais tenham um melhor desempenho, produção e comprometimento, fazendo que eles identifiquem que os prêmios ou remunerações recebidas são de acordo com os resultados gerados.
A aplicação do sistema de meritocracia promove o estimulo, a motivação e a pró-atividade dos funcionários, diante da obtenção dos resultados. A utilização do método está relacionada às funções e atividades de cada colaborador, o que facilita a sua aplicação. A meritocracia dentro das organizações vem se apresentando como eficiente ferramenta de gestão, pois permite que os funcionários obtenham seu o crescimento profissional a partir da valorização de seus próprios resultados. Em contra partida, a organização consegue avaliar o perfil dos colaboradores e as necessidades de cada um, podendo assim investir em desenvolvimento de pessoal e treinamentos, mantendo assim um ambiente produtivo com funcionários satisfeitos. É importante ressaltar que para obter o sucesso, este modelo de gestão deve atender aos princípios da Constituição Federal, com os demais direitos e normas que regularizam as relações trabalhistas.

A busca por emprego na terceira idade

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Quem está beirando os 60 anos e pensa em arrumar ou mudar de emprego enfrenta diversos desafios e dúvidas sobre a carreira, perspectivas futuras e as dificuldades que a decisão pode gerar. Uns dos principais questionamentos dos profissionais na terceira idade são: Será que ainda tenho idade para o mercado de trabalho? Como se recolocar na carreira perto da idade de se aposentar?
Uma notícia excelente para esses profissionais é que uma seria de empresas sérias e modernas estão cada vez mais optando por pessoal na terceira idade, pois os profissionais mais velhos além de carregarem a experiência como ingrediente são mais comprometidos e levam as empresas mais a serio, do que a atual geração Y.
Pesquisas do IBGE indicam que o Brasil está se tornando um país de idosos, já que a natalidade diminui a cada dia e as pessoas estão vivendo mais. Por consequência a imagem da terceira idade como pessoa senil e improdutiva está sendo estigmatizada. E neste novo cenário social cada vez mais programas voltados para a empregabilidade da terceira idade ganham espaço no planejamento estratégico das empresas, que na hora da contratação preferem a competência, responsabilidade e experiência à imaturidade e a pouca experiência dos jovens profissionais.
Para conseguir uma colocação no mercado é importante que o idoso descubra seus talentos, competências, diferencias competitivos e a aproveite a experiência acumulada ao longo dos anos de trabalho. É recomendável também que essas pessoas não busquem empregos por conta do valor do salário, mas que se comprometam com a nova atividade e a transforme em um exercício de vocação, algo que dê prazer e satisfação.

Ao invés de dizer ''Eu não consigo'' ou '' vou tentar'', diga ''Eu vou fazer”!

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É comum quando o humano se depara com um desafio importante e difícil, muitas vezes por medo de não conseguir suprir com as expectativas, acabar “soltando” as expressões ''Eu vou tentar'' ou ''Eu não consigo''. Parece lenda, mas não é. Quem se expressa dessa forma, segundo especialistas, pode alterar o andamento de muitas coisas, pois ao invés de atrair vitórias, conquistas e sucesso, acaba contribuindo para a própria derrota. E há quem diga que o fracasso é a grande matéria prima do sucesso.
Ao usar essas expressões, o indivíduo se inferioriza, porque, na verdade não se considera capaz de realizar algo e acaba gerando, em si mesmo, uma falta de compromisso e, principalmente, de confiança, podendo levar não só a perdas de grandes oportunidades, mas também de objetivos da vida. Assim sendo, é importante que ele tenha em mente que mesmo que não dê certo, ele saiba que ao menos batalhou pela causa.
A pessoa que sempre tem medo de arriscar, nunca consegue alcançar nada, pois acaba por ficar acomodada ao pensamento de incapacidade. Por exemplo: Um acordo em que uma das partes já inicia com a frase “eu vou tentar”, tem grandes chances de atrair resultados negativos e, provavelmente, começará com erros. Quem cita esse argumento, de certa maneira, acaba declarando a sua incapacidade, e em contrapartida quem a escuta espera por uma falha, quando, na verdade, é melhor que haja expectativa de êxito entre as partes.
Nessas horas, é importante pensar como Peter Drucker, o patrono da Administração, que dizia: “Quando você vê um negócio bem-sucedido é porque alguém, algum dia, tomou uma decisão corajosa.” A partir disso, conclui-se que aqueles que simplesmente não tentam, excluem a possibilidade de avançar e demonstram que o fracasso será, sempre, a opção mais provável para eles.