Você sabe administrar seu tempo?

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No acelerado mundo de hoje, uma das maiores reclamações das pessoas é sobre a falta de tempo. Com todo esse movimento, é claro que, se houvesse a oportunidade, tenho certeza de que todos os profissionais tentariam fechar um acordo com o Deus da mitologia grega Chronos (a personificação do tempo), para aumentar em ao menos uma hora o seu tempo diário, pois só assim seria possível realizar todas as tarefas propostas do cotidiano. No entanto, como o Deus Chronos, faz parte apenas de uma lenda grega, ou seja, uma fábula, nos resta apenas nos contentarmos com as 24 horas diárias, buscando da melhor maneira possível administrar esse tempo. Mas será que isso é possível?
Com a velocidade do mundo e, das informações que recebemos o tempo todo, uma das maiores dificuldades do homem moderno é saber lidar com a administração do seu tempo. Com a globalização, tudo se tornou mutável e acelerado, principalmente, no que se trata de trabalho e vida pessoal, e hoje, mais do que nunca, precisamos organizar e administrar o tempo, de modo, a otimizar os processos durante o trabalho e também nas horas de lazer.
Apesar de parecer complicado, a administração do tempo pode ser bem simples. Como? Definindo prioridades e planejando as principais necessidades. Assim, como tudo na vida, o planejamento do tempo é essencial para garantir que tudo saia conforme o desejado, pois, criando um programa de precedências, o profissional não ficará perdido quanto à organização do trabalho e agilizará os processos da empresa. Planejar as tarefas é uma forma de estabelecer o trabalho e garantir o cumprimento dos prazos.
Ser um bom administrador do seu tempo permite que o profissional tenha a oportunidade se tornar-se uma pessoa organizada e eficiente no trabalho, aumentando a produtividade e por consequência garantindo uma carreira mais bem-sucedida. Isso sem contar que, a administração eficaz do tempo ajuda o profissional a extrair o melhor de sua vida pessoal no seu tempo livre.
Então, se você é uma pessoa que não encontra tempo na agenda ou não consegue garantir o cumprimento de prazos por que falta tempo, pare, pense e reflita, principalmente, sobre suas prioridades, pois só assim, você encontrará uma forma de melhor administrar seu trabalho e vida pessoal. Conseguindo encontrar o equilíbrio, você perceberá que o tempo pode ser um grande aliado.

Fazer ou realizar? Eis a questão

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Para você, caro leitor, existe alguma diferença entre fazer e realizar? Ou ambos os verbos são apenas sinônimos? Saiba que, para fazer acontecer, devemos focar na teoria da execução, principalmente no que diz respeito às empresas, cujos objetivos necessitam mais do que sair do papel para serem executados. Eles precisam de alguém que os realize!
Segundo o dicionário da Língua Portuguesa, Michaelis, realizar é tornar algo real, efetivo. E, para fazer com que algo se torne real é preciso agir. Já no mesmo dicionário, o significado de fazer é construir, fabricar, compor ou executar. Com isso, podemos perceber que, mesmo em sentidos muito parecidos, para realizarmos nossos sonhos, por exemplo, temos que fazer com que a ponte que nos separa deles se torne cada diz mais curta, mas como fazer isso?
Primeiro, para tornar o objetivo real devemos nos utilizar das várias ferramentas existentes disponíveis ao nosso alcance. Isso é o fazer. Se quisermos ascensão na carreira, investimos em cursos, especializações, entre outros, que nos diferencie em um mercado cada vez mais acirrado e competitivo. Quando completamos os meios que nos levam ao final, conquistamos o objetivo.
Isso é o mesmo que acontece com organizações, que devem se especializar naquilo que buscam para se destacarem no mercado e conquistarem mais clientes, sempre prezando o trabalho de qualidade. Por isso, para realizar, é preciso, antes de tudo, fazer. Buscar os meios para tornar algo real, sem renunciar.

A importância da Administração
para a saúde da empresa

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O Sindicato dos Administradores no Estado do Rio de Janeiro (Sinaerj), participou do XIII Fórum Internacional de Administração (FIA) e do IX Congresso Mundial de Administração, que ocorreu em Gramado, no Rio Grande do Sul, entre 30 de outubro a 2 de novembro. O evento, cujo tema central foi: “O Futuro da Administração, das carreiras e dos negócios no mundo em reconfiguração”, teve por intento informar e discutir temáticas atuais pertinentes ao mundo da Administração.
O Sinaerj foi representado no Fórum e Congresso por sua Presidenta, Dirce Beltrão, e pelos Diretores do Sindicato, Aloísio Carneiro, Luiz Claudio Brites Lobato, Luiz Antonio Domingues Correia, Dácio de Souza e Julio Souza Reis, além da Conselheira Fiscal, Márcia Tavares. “Ambos os eventos foram de extrema importância para os sindicalistas presentes, contribuindo para a consciência profissional dos Administradores”, relata a Presidenta.
Entre os destaques do evento, os presentes assistiram a apresentação de trabalhos científicos, além disso, participaram de conferências e painéis, tratando de tópicos inerentes à Administração, como Gestão de Pessoas, Cenários e Tendências, Sustentabilidade, Estratégia e Execução. Entre as conferências, renomados palestrantes como John Naisbitt e Doris Naisbitt, abordaram as megatendências para o futuro.
O encerramento do XIII Fórum Internacional de Administração (FIA) e do IX Congresso Mundial de Administração teve como último painel a abordagem do assunto: controle externo, governança e desenvolvimento. O Ministro João Augusto Nardes, Presidente do Tribunal de Contas da União, proferiu a conferência de encerramento. Os eventos contaram com 800 inscritos, 27 estados brasileiros participantes e cinco países envolvidos: Brasil, Estados Unidos, México, Canadá e Áustria.
“Tenho certeza de que o aprendizado e a troca de experiências que vivemos nesse evento nos ajudarão a traçar novos rumos para a Administração”, pontuou Dirce Beltrão. O Fórum Internacional de Administração teve sua primeira edição realizada em 1992, em Porto Alegre e, posteriormente, em diversas capitais do Brasil, tendo, ainda, passagem pelos EUA, Espanha, Portugal, Itália, Suíça, entre outros.

Gestão no magistério: é preciso saber lidar com pessoas

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Quem pensa que ser gestor educacional e atuar com a magistratura é uma tarefa fácil, e que se limita a apenas estar por trás de uma mesa, coordenando os trabalhos e processos, está muito enganado. Administrar uma instituição de ensino é ter que pensar em todos os detalhes dentro do estabelecimento, para que, não só a educação seja de qualidade, mas também o atendimento ao estudante, à comunidade e, principalmente aos funcionários.
Gestão no magistério é a especialidade que torna os vários campos do conhecimento em fontes de sabedoria. Um gestor educacional precisa manter os olhos e ouvidos abertos, para captar todas as formas de trabalho, que podem auxiliar no desenvolvimento do aluno e da organização.
A professora e coordenadora do curso de Administração da Faculdade Mercúrio, Sandra Brito, explica que gerenciar uma faculdade ou especificamente um curso superior, é ampliar a Administração a diversos níveis da instituição. “Você quer oferecer qualidade ao ensino como um todo, além de ter a preocupação com os vários colaboradores que administra e, principalmente, na qualidade de ensino que eles vão propiciar aos alunos”, explica.
Entre os desafios de gerir um curso superior está a gestão de pessoas, visto que, em uma instituição de ensino, além de coordenar o conteúdo a ser ensinado, é preciso saber administrar a individualidade de cada aluno e pessoa que trabalha na instituição. “Cada indivíduo tem uma personalidade e, é preciso saber Administrar essas diferenças. Gerir pessoas é complicado, e talvez uma das tarefas mais complexas da gestão no magistério”, conta Sandra, complementando que por administrar uma faculdade na Baixada Fluminense esse processo é um pouco mais preocupante. “Os estudantes dessa faculdade tiveram muita dificuldade para entrar em uma instituição de ensino superior, e muitos, ficaram somente com o ensino médio durante muito tempo e, só depois, conseguiram obter recursos para iniciar uma faculdade. Por isso, é preciso paciência e Administração dos trabalhos”, esclarece a coordenadora.
Outro ponto destacado pela professora é a gestão participativa. Um planejamento que é realizado em conjunto com os docentes e também com os alunos tem mais chances de sucesso dentro da instituição. Um programa que envolve todos os atores da ação educativa, sem dúvidas obterá um resultado mais positivo, do que um processo ditatorial. “Na Faculdade Mercúrio, atuamos com a gestão participativa tanto com os professores, quanto com os alunos. Levamos para a sala de aula a possibilidade de todos participarem das decisões, e o resultado e aceitação, é incrivelmente positivo”, afirma.
Visto isso, nota-se que a gestão no magistério é baseada no trabalho humano, na ligação com o indivíduo e na participação dos atores da instituição. É importante que o gestor valorize o que cada profissional e aluno, envolvido com a instituição, tem de melhor, demonstrando seu nível de satisfação e incentivo para com os mesmos. Só assim, o processo de aprendizado e gestão se tornam mais fáceis para ambas as partes.

Os dois lados do elogio: dar e receber

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Cobranças, pressões, maior produtividade, projetos, compromissos, horários, trabalho. Ufa! São tantas atribuições em apenas um dia de trabalho na vida de um profissional que, ás vezes, falta espaço para o reconhecimento e os elogios passam longe, tanto da parte dos superiores quanto dos colegas de trabalho. Porém, analisando melhor, falta também da nossa parte, não é? Como gentileza gera gentileza, do mesmo modo, será que elogios não renderiam outros?
O fato é que receber um elogio é muito bom e todo mundo gosta, além de ser um incentivo a mais para nosso trabalho, pois é um grande fator de motivação. O elogio pode ser considerado como um combustível de melhoria humana, dos relacionamentos familiares e profissionais e, principalmente, de melhoria do mundo. Ou seja, quando elogiamos alguém estamos investindo no bem..
O elogio é vital para um bom clima organizacional, sendo crucial no ambiente de negócios. Porém, existem maneiras diferentes de elogiar. Os chefes que querem demonstrar atenção e importância ao trabalho realizado pelo funcionário devem evitar o uso de congratulações genéricas, assim como o uso de superlativos, pois essa atitude poderá atribuir um tom falso ao elogio.
Por outro lado, os colaboradores também devem elogiar seus superiores e colegas, mas todo cuidado é pouco nesse momento, para não ser colocado no posto de “bajulador” do chefe pelos outros trabalhadores. Reconhecer que o chefe tem dom para gerir e que suas ideias são boas, se realmente forem, pode abrir uma ponte de diálogo, o que é muito bom para a organização e para o próprio trabalho.
O mais difícil deveria ser considerado o mais usual, que é justamente elogiar quem está no mesmo patamar que você, ou seja, seus colegas de trabalho. Mesmo em cargos diferentes todos colaboram para o alcance de objetivos da organização, por isso, elogiar o colega é uma forma de incentivá-lo, o que pode melhorar seu trabalho individual e de todo o grupo. Muitos não rendem elogios aos colegas, pois se sentem ameaçados e a insegurança no próprio trabalho os leva, além de não reconhecer os próprios erros, criticar o bom e o ruim dos outros.
Por essas razões, elogie sempre de maneira efetiva e não só por elogiar. Parabenizar alguém por seu trabalho, quando este foi realizado de forma excepcional, é uma prática que deveria ser mais incentivada e disseminada nas empresas. A falta de diálogos nos locais de trabalho e o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que sentem, e fazem dessa carência uma frustração. Não deixe isso acontecer com você!

Conceitos da Administração que não podem ser esquecidos

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A Administração é uma ciência social que estuda e sistematiza os conceitos e práticas usadas para gerir pessoas e recursos, sempre com alguma meta ou escopo a ser alcançado. Entre os conceitos principais dessa ciência, seus profissionais e estudiosos devem ter em mente que são eles os responsáveis por manter o elo entre os recursos e objetivos de uma organização.
Entre os conceitos básicos, porém muito importantes da Administração estão: planejamento, organização, direção e controle. Esses são os fundamentos dessa ciência social, que veio se modernizando com o tempo e inovando suas técnicas e estratégias. Ter um Administrador nas empresas, nos dia de hoje, em um mundo globalizado, significa otimização do tempo e dos recursos, além da implementação de melhorias.
A organização deve fazer parte da vida de qualquer profissional, principalmente de um Administrador, pois essa é uma das características ímpares no exercício da sua profissão. Não menos importante, o planejamento deve constar como item primordial em qualquer projeto nas empresas, tanto de pequeno, médio e grande porte.
Já a direção e controle são aptidões que marcam a personalidade dos Administradores. Dirigir é uma forma de aplicar os recursos e orientar pessoas. Já controlar significa garantir que o planejamento seja bem executado e que os objetivos estabeleci¬dos sejam alcançados da melhor maneira possível.
Mesmo não sendo fáceis, as funções de um Administrador e seus princípios são mantidos há séculos, pois sua prática funciona de forma efetiva. A necessidade de organizar, planejar, estabelecer prazos, recursos e metas são itens constantes nas pautas das empresas ao redor do mundo. Assim, a aplicação desses métodos faz com que os negócios alcancem seu melhor potencial, usando dos saberes de diversas técnicas como Contabilidade, Recursos Humanos, Marketing, Logística, Economia, Filosofia, Psicologia, Sociologia, entre outros.
Por assim ser, os Administradores são profissionais completos e, quando capacitados, podem atuar de maneira efetiva em diversas áreas das organizações, pois sua formação assim permite. Eles são os profissionais mais habilitados para realizar melhoria de processos, tendo em vista atingir determinados fins com maximização dos lucros e aprimoramento de recursos.

Qualquer profissional pode ser líder?

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O líder é aquele profissional que tem a capacidade de administrar pessoas e equipes, independente da personalidade de cada indivíduo, gerenciando-os e mobilizando-os para um objetivo comum. Ser líder é estar sempre um passo à frente, é ter a visão ampliada de tudo o que acontece ou pode vir a ocorrer a sua volta. É saber comunicar as pessoas ou equipe seu valor e potencialidades, dando movimento aos processos exigidos pela empresa ou situação. Mas será que qualquer profissional, que demonstre certas habilidades, pode ser um bom líder?
A resposta infelizmente é não! Apesar de muitas pessoas desejarem estar à frente de uma equipe ou corporação, nem todo bom profissional, tem aptidão para gerir outras pessoas. Muitos são excelentes executores das suas tarefas cotidianas, realmente muito bons naquilo que fazem, entretanto, não sabem como agir ao lidar com conflitos e decisões pertencentes a um líder. Às vezes a própria personalidade daquele profissional, interfere na sua atuação como gestor, podendo este se tornar arrogante, superior, prepotente e ambicioso, características que não cabem a um profissional, que necessita lidar com o ser humano.
Diversas pesquisas comprovam que, mais da metade dos bons profissionais falham como líder. Se colocarmos a pesquisa na área de vendas, este número pode chegar a marca de 90%. Um expressivo e assustador dado! Não precisamos nem ir muito longe para comprovar essa teoria. O ex-jogador da seleção brasileira de futebol, Dunga, por exemplo, era um talento nato como jogador, porém, como técnico da seleção, não atingiu o desempenho e êxito esperado por todos os fãs de futebol. A vida profissional é assim, nem sempre o excepcional em uma função, é o gestor preparado para liderar uma equipe.
Um líder precisa se desenvolver através de muito trabalho, dedicação e preparação. Gerir não é um papel para profissionais despreparados ou que não tenham as características determinantes para atuar como tal. Liderar é encaminhar um time a se empenhar de verdade pelo seu trabalho, é incentivá-lo a cada dia mais desenvolver seus talentos, mirando nos objetivos em prol do crescimento do profissional e da empresa. É preciso mais que aptidão, mas também paixão.
É preciso deixar claro que nem sempre o melhor ator, será o melhor diretor. Muitas vezes o líder está escondido em cargos menores ou nem tem uma função grande dentro da organização. Na história, podemos exemplificar com a vida de Mohandas Karamchand Gandhi, um indiano que se formou advogado, na Inglaterra, e depois liderou seu povo em um movimento de independência indiana. A questão é que nem sempre um cargo, faz um líder.
Na empresa, pode existir algum colaborador de determinada área que tenha ascensão sobre os demais, e pode ser até, que ele nem queria ser gestor, entretanto, este profissional pode ser uma importante ferramenta de impulsão para os outros funcionários, caso se torne o líder daquela da equipe. Basta apenas, que ele seja devidamente treinado para a ocupação daquele cargo.
Mas, para o profissional que tem como objetivo se tornar um líder, é importante deixar claro que é possível. Entretanto, é preciso muita dedicação, profissionalismo, treinamento e, principalmente, saber lidar com pessoas, pois esse é fator primordial para um bom gestor.