Ampliação do quadro de Delegados Sindicais fortalece participação do Sinaerj nas cidades

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Os chamados Delegados Sindicais compõem uma instância representativa do Sindicato ao qual pertencem. O Sindicato dos Administradores no Estado do Rio de Janeiro (Sinaerj) considera a função de extrema e diferencial importância, pois a mesma fortalece a participação do Sindicato nas empresas em diversas cidades do estado fluminense.
Isso significa que os Delegados Sindicais aproximam os Administradores de sua entidade representativa, além de serem os responsáveis pela imediata identificação dos problemas cotidianos no ambiente de trabalho, encaminhando ao Sindicato as reivindicações dos trabalhadores, além de coibir qualquer tentativa de desrespeito à Consolidação das Leis de Trabalho (CLT), entre outros.
Com isso, é possível notar que os Delegados Sindicais representam um elo de comunicação entre os trabalhadores e sua entidade representativa de classe. O Sinaerj possui Delegados Sindicais em diversos municípios do Rio de Janeiro e destaca que, você Administrador, pode se tornar um Delegado Sindical em sua empresa, tanto pública quanto privada. Entre em contato com o Sinaerj e saiba mais.

Endereço: Av. Treze de Maio, 13, 8º andar, Centro, Rio de Janeiro
E-mail: sinaerj@administradores.org.br
Telefone: 21 – 2262-3090


Funcionário ou colaborador: qual você prefere?

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Há uma questão que vem sendo muito debatida nos meios empresariais: a diferença entre funcionários e colaboradores. A grande maioria das empresas e dos gestores acredita que os termos são designados aos empregados de acordo com a atitude de cada um, de certa forma realmente o pensamento pode ser justificado, visto que, atualmente parte dos funcionários de uma determinada empresa está no trabalho apenas para cumprir a função para qual foi contratado, pouco agregando valor e funcionalidade ao cargo que representa. Entretanto, esse processo não depende apenas do empregado, mas também da organização.
Idealize duas estruturas empresariais semelhantes: em uma, você tem algumas pessoas definindo os rumos dos negócios, enquanto as outras apenas obedecem aos comandos, sem se esforçar para alcançar os resultados; na outra, todos os presentes são responsáveis pela qualidade do trabalhado e seus produtos finais, buscando sempre contribuir para alcançar as metas e resultados esperados. Em qual você confiaria sua empresa? Não é uma questão muito difícil de responder não é mesmo? É claro que um “todo” bem alinhado e em mesmo grau de funcionalidade, consegue desenvolver um melhor trabalho, do que seres pensantes desordenados.
Está cada dia mais evidente que para que as organizações encontrem seus objetivos e batam suas metas, elas precisam de pessoas que estejam comprometidas com a empresa, que conheçam seus valores, visão, missão e, que atuem em diversas funções e diferentes níveis hierárquicos. No atual mundo dos negócios, para que as coisas funcionem de modo positivo e produtivo para o empregado e para a organização, é preciso que haja uma extensa interação e uma boa relação entre esses dois polos. Pode-se notar que muitas corporações adotam uma nova postura e mudaram a nomenclatura dos funcionários para colaboradores – aqueles que colaboram e se empenham, que estão em união com a organização.
A mudança não foi para tornar o termo mais gentil ou interessante, mas para que inconscientemente os funcionários passassem a não ter apenas funcionalidade permanente, mas que os indivíduos se sentissem co-autores do organização, passando a colaborar e contribuir com cada passo e andamento realizado pela empresa. Obviamente existe uma diferenciação individual, onde alguns empregados têm parcelas de culpa por não demonstrar interesse pela empresa e não se desenvolverem, mas é possível afirmar que, em muitos casos as empresas adotam o termo ‘colaborador’, para que haja essa atividade, mas na realidade, tratam suas equipes como funcionários.
São empresas essas que não valorizam, não oferecem oportunidade de crescimento e muito menos abrem debates de opiniões entre os indivíduos, engessando assim, seus empregados e suas possíveis ideias. É preciso deixar claro que, organizações só conseguirão obter sucesso se suas estruturas forem baseadas em colaboradores competentes, que cooperam entre si, capazes de lidar com as adversidades e problemáticas diárias. Entretanto para isso, é necessário que a empresa entenda a importância do colaborador para a manutenção dos negócios e o trate como tal, oferecendo oportunidades e benefícios que façam com que o funcionário se sinta parte de um “todo” na organização. E é essa postura que fará com que cada indivíduo “vista a camisa da organização”.

Administrador sindicalizado fortalece a categoria e garante direitos

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Não é à toa que a famosa frase “a união faz a força” é uma das mais populares e reconhecidas desde sempre, pois seu significado aplicado à vida é singelamente honesto. Tão sincero é o seu conceito quanto seu uso, pois os seres humanos, se sozinhos, não teriam conseguido evoluir até os dias de hoje.
Da mesma forma acontece com os sindicatos que só avançam nas conquistas para os trabalhadores quando representam muitos. Por essa razão, ser sindicalizado é ter uma representação que luta e garante sempre as melhores condições de trabalho e salários, ampliando a condição para toda a categoria.
O Sindicato dos Administradores no Estado do Rio de Janeiro (Sinaerj), desde dezembro de 1977, época de sua fundação, luta pela classe, evoluindo significantemente ao longo de todos esses anos. O Sindicato defende a categoria nas negociações coletivas de trabalho, além das campanhas salariais, sendo esta última evidenciada pela grande conquista de um piso para os Administradores
Isso caracteriza a importância de uma categoria unida e sindicalizada, que juntos detêm inúmeras conquistas. Para o futuro mais lutas estão na pauta do Sinaerj visando sempre o bem estar dos Administradores que reconhecem no Sindicato seu apoio. Desta forma, Administrador, sindicalize-se. Una- se ao Sinaerj e garanta maiores benefícios em sua profissão. Participe de sua entidade representativa de classe fazendo dela sua voz, para que juntos possam ecoar alto no alcance dos seus anseios profissionais.

Comprometimento: você está em sintonia com seu trabalho?

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O comprometimento no trabalho está completamente ligado à satisfação do profissional com o que ele faz. Isso significa que trabalhar apenas pelo dinheiro e contar as horas na expectativa de que o dia acabe logo é totalmente contrário a uma boa produtividade e engajamento no trabalho. O indivíduo satisfeito tende a ter maior envolvimento com o trabalho e, desta forma, se compromete mais com a organização, além de ajudar a empresa a competir com maior eficácia no mercado.
O profissional focado é outro exemplo de comprometido com seu trabalho, pois este possui características como a vontade de seguir uma carreira profissional de sucesso. Para esta pessoa, tudo passa ser uma oportunidade de aprendizado e qualificação. Mesmo que aquela atividade não seja a sua favorita ele irá executá-la com todo o prazer, pois vê no futuro, benefícios em longo prazo.
Muitas empresas discutem como aumentar o comprometimento dos funcionários e, além da paixão pelo que faz, existem outros aspectos que influenciam essa atitude positiva nos colaboradores. Como exemplo, está a identificação dos mesmos com a empresa, pois se os valores que a organização prega são parecidos com os do funcionário, será mais fácil para a empresa despertar nele a vontade de realizar projetos e ações.
Porém, para manter o engajamento do colaborador, a empresa tem que dar o exemplo, principalmente no que diz respeito às atitudes dos chefes e gestores. Quando as pessoas são lideradas por alguém que as inspira por meio do exemplo, são estimuladas a contribuir para o alcance das metas da empresa.
Sendo assim, o comprometimento é uma relação que envolve tanto a empresa como o empregado. É uma via de mão dupla. A empresa também tem de estar comprometida com o empregado, ressaltando que o comprometimento muitas vezes requer abdicação de algumas coisas. A empresa comprometida vê o empregado como um parceiro interessado em contribuir com seu progresso e, com isso, o colaborador se sente valorizado e estimulado a dar o seu melhor.

Problema: o Administrador não reclama, resolve!

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Você tem problemas? Parabéns! Sinal de que você ainda vive. Essa até parece uma forma irônica de lidar com as adversidades, mas o fato é que, atualmente, não existe ninguém no planeta, repito, no planeta, que não esteja passando por algum tipo de dificuldade. E mesmo que esse problema não seja de ordem financeira, vai ter sempre alguém reclamando de algo relacionado à vida pessoal ou profissional.
As demasiadas exigências do mercado, têm tornado o ambiente de trabalho cada vez mais contraditório, visto que, é necessário trabalhar e lidar com pessoas dos mais diferentes perfis e valores todos os dias. Isso sem contar nas problemáticas de relacionamento e laborais, que os profissionais precisam enfrentar diariamente. Então lidar com problemas já não é mais nenhuma novidade e sim, rotina de trabalho.
Os problemas podem ser percebidos de forma diferentes por cada pessoa. Algumas podem encarar o desafio, como uma oportunidade de resolver as dificuldades e melhor padrão de vida ou trabalho, dependendo da situação. Outras, podem simplesmente transformar pequenos problemas em verdadeiras tragédias gregas, sofrendo por antecipação. Cada indivíduo lida com problemas de formas diferentes e isso pode ter haver com a personalidade, cultura, criação e entre outros. Entretanto, é preciso estabelecer que, a capacidade de solucionar um problema é o que determina a maturidade de cada indivíduo.
Ter a disposição para resolver um problema e conseguir alcançar tal meta é fundamental para um profissional, sobretudo de Administração, contudo, não basta apenas querer vencer o problema, é preciso enfrentá-lo de forma a solucioná-lo da melhor maneira possível. Existem gestores que, ao invés de tentarem buscar uma saída para um problema de ordem administrativa ou interpessoal dentro da organização, acabam por justificar ou jogar a culpa daquela situação para os funcionários, o que além de criar um clima de desmotivação, não ajuda em nada na dissolução do problema.
Ninguém vence uma dificuldade reclamando ou até mesmo justificando. Para resolver os problemas é preciso atitude, pois o conhecimento por si só, não é suficiente, é preciso ação. Somente tomando a frente, é possível encontrar sucesso e vitória sobre o problema. Se o gestor for capaz de identificar com precisão a problemática e agir com habilidade buscando as melhores formas de contornar a situação, além dele conseguir resolver a situação, ele passa confiança e credibilidade para a equipe e empresa, e ainda tem mais chances de galgar a um posto mais avançado na carreira.
Lide bem com os problemas e você tem grandes chances de sucesso. Ignore-os e os veja se multiplicarem. Sem falar a estabilização no primeiro degrau do sucesso. Lembre-se: você não pode prever, onde e nem quando os problemas irão ocorrer, mas você pode decidir como vai lidar com eles. Na maioria dos casos, eles nem são tão complexos, mas a forma como reagimos aos problemas, os tornam maiores do que realmente são. Não esqueça: a chave do controle da situação é a atitude.

Líderes e chefes: trabalhando para o sucesso da empresa

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Ser líder ou ser chefe? Muitas pessoas diante dessa pergunta ficam confusas. Ou porque pensam que o cargo é o mesmo ou porque imaginam que um está muito distante do outro. Mas a verdade é que, apesar das diferenças, líderes e gestores são igualmente importantes para a gestão de uma organização. Ambos possuem características imprescindíveis para o sucesso de um projeto e de uma empresa.
Não é fácil ser líder e nem chefe, pois esses cargos demandam muita compreensão, paciência, conhecimentos da área, além de sabedoria ao lidar com diferentes pessoas. O mundo empresarial atual necessita de chefes que saibam liderar, assim como ao contrário. Esses profissionais devem trabalhar juntos para o alcance das metas, pois o futuro positivo da organização depende da qualificação comportamental de seus líderes e cargos de chefia.
Líder: Entre as principais características que podemos destacar de um líder é o seu poder de inspiração. Líderes inspiram as pessoas ao seu redor com suas atitudes, criatividade e engajamento. Ser líder é muito mais do que estar líder, pois esse lidera uma equipe, que com as ações necessárias, conseguem alcançar as metas e objetivos.
Um bom líder envolve seus funcionários e também outros setores nas decisões que os afetam, dando liberdade para possíveis críticas aos seus projetos. O papel do líder é hoje, a competência mais importante para o profissional que atua em organizações públicas ou privadas e, de todos os tamanhos. Além disso, ser líder é dar aos liderados uma causa e fazê-los querer defender essa causa.
Chefe: Os chefes são de extrema importância, pois nele as pessoas vêm alguém em quem confiar. Porém, um bom chefe não deve agir apenas pela autoridade que o cargo lhe dá, mas também, deve ter em mente que sua função é administrar e coordenar pessoas, além de delegar tarefas, desta forma, é necessário que o chefe conheça seus funcionários.
Assim com os líderes, os chefes devem dar o exemplo e buscar uma visão do futuro. A expressão “pensar fora da caixa” deve ser seguida pelos chefes. Coordenar não é fácil, trabalhar com pessoas que possuem visões e culturas diferentes também não, mas um bom chefe pode tornar sua equipe em uma unidade e fazer prevalecer ações que buscam benefícios para a empresa.

E quando o líder deixa a empresa nas mãos dos funcionários?

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O líder tem papel fundamental no ambiente de trabalho, pois ele é responsável por transferir aos subordinados às estratégias e objetivos que a empresa deseja alcançar. Ele tem como papel essencial o planejamento, organização e coordenação dos funcionários e projetos que serão elaborados e implantados pela organização. Mas, e se o líder resolver deixar a empresa nas mãos dos empregados?

Exercer a função de líder dentro das organizações não é uma tarefa fácil, é preciso responsabilidade, liderança e comprometimento. Porém, muitas vezes esse gestor, por falta de experiência ou não aguentar o peso do cargo, acaba cometendo falhas que podem prejudicar a equipe e principalmente a empresa. Não delegar tarefas ou deixar que os funcionários tomem uma decisão de responsabilidade do líder, são as principais atitudes que podem minar o profissional e organização.
É importante ressaltar que o trabalho do líder é guiar seus subordinados e uma vez que as pessoas tendem a seguir esse exemplo, elas acabam absorvendo as características de trabalho deste chefe. Sendo assim, se o líder não é organizado, não cumpre as normas da empresa e vive sendo convocado para conversas que mais parecem, na verdade, “chamadas de atenção”, a equipe desse líder seguirá seu mau exemplo e será relapsa e improdutiva.
Nenhuma empresa seja qual for o tamanho ou segmento, sobrevive sem lideres. Pois, sem direção, funcionários tendem a caminhar para um vazio e a empresa para a mesmice. Portanto, escolher o líder certo para a equipe é fator fundamental para sobrevivência da empresa, pois, a organização que deseja crescer precisa contar, acima de tudo, com gestores profissionais, honestos e comprometidos. Se o gestor que está à frente da sua organização está deixando a desejar, é melhor retira-lo da função e delegar esse cargo a um funcionário mais profissional.