A eficácia de uma velha conhecida: a agenda

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Administrar melhor o tempo, organizar prioridades, anotar os compromissos. Essas são, sem dúvidas, as principais finalidades de uma agenda. Para os profissionais de Administração esse objeto pode ser um grande facilitador no trabalho. 

Primeiramente, o modo como é construída a sua agenda no dia anterior pode adiantar as tarefas do dia seguinte. Isso porque ao anotar suas prioridades fica mais fácil de se lembrar do que é necessário fazer. Ou seja, assim nada passa por despercebido.

O planejamento da agenda é necessário, afinal não é só sair anotando tudo o que é preciso fazer ao esmo. A agenda tem o poder de guiar de uma maneira muito assertiva. No entanto, é preciso escolher uma agende que melhor se adeque a você e sua função. 

No mercado existem vários modelos, é só escolher e começar a colocar seus afazeres por lá, nas datas e horários certos. É importante também adquirir o hábito de consultar essa agenda, pois não basta apenas anotar tudo lá e se esquecer de checar. Com o tempo, você e sua agenda se tornarão inseparáveis.

Reconhecimento é a melhor forma de motivar talentos internos

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Gerir não é um trabalho fácil. É preciso saber agir e atuar de forma a conquistar os objetivos da empresa e oferecer uma boa condição de trabalho aos subordinados. Administrar uma organização é ir além de desenvolver planos e delegar tarefas é também cobrar os resultados. Contudo, quando as metas são atingidas por conta do trabalho em equipe? O que deve ser feito?

O líder deve impreterivelmente conhecer sua equipe e assim identificar formas de reconhecimento e motivação de cada um dos membros. Se colocar no lugar no próximo pode ser o ponto principal para análise de cada pessoa. Assim, como o gestor espera um retorno positivo da empresa quando atinge as metas, o funcionário espera um feedback do chefe no alcance daqueles objetivos. 

Os profissionais sempre desejam ser reconhecidos por sua atuação ou receber elogios ou feedbacks. Nem só de broncas e pressão por metas se vive o homem. Os colaboradores querem e precisam sentir que fazem parte da empresa e que seu trabalho auxilia importantemente no desenvolvimento da organização. Desta forma, reconhecer e prestigiar um funcionário o motivará a continuar trilhando junto com a empresa em direção ao sucesso.

Premiar, bonificar, utilizar da meritocracia é algo que também pode ser incluído como reconhecimento. Quando se remunera um empregado por sua atuação ou o gratifica com prêmios ou cargos, a expectativa do profissional aumenta e o desejo de oferecer melhores serviços para organização cresce na mesma proporção. Por isso, vale a pena investir no reconhecimento para motivar e cativar os talentos internos. Como ele será feito? Isso dependerá exclusivamente de você. 

Mudar de emprego é mesmo uma necessidade?

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Com períodos tortuosos que atualmente a economia mundial e, consequentemente, o mercado de trabalho andam passando, as questões financeiras acabam por falar mais alto na vida dos profissionais. Devido a isso, muitas pessoas aproveitam a virada de ano para também dar uma agitada na carreira, buscando assim novas oportunidades de emprego.
Contudo, dependendo da situação, nem sempre mudar de emprego pode ser uma boa escolha ou até mesmo o fim de um problema. Antes de sair por aí distribuindo currículos ou pedindo desligamento da empresa que pertence é preciso primeiramente ficar atento a outros fatores, como por exemplo o momento do setor.
Conforme falamos mais acima, a dificuldades da economia tem feito com que muitas pessoas insistam em dar importância apenas ao salário na hora de pensar em mudança de emprego e isso, pode acarretar grandes decepções na vida profissional. Dinheiro é bom e todo mundo gosta, mas é preciso avaliar o ambiente, o setor, as pessoas e a empresa que você está e aquela que você vai se candidatar. Nem sempre tudo é ruim ou um mar de rosas.
A mudança de emprego deve ser muito bem pensada. O que está te motivando a sair da empresa? Pode ser insatisfação com as atividades, falta de aprendizado ou realmente o encerramento de um ciclo, mas o importante é saber o real motivo e a relevância da decisão.
Outro ponto a se questionar é se a empresa para qual você vai mudar lhe oferecerá oportunidades de crescimento ou se você será mais um profissional na grade de funcionários da organização. Não adianta trocar seis por meia dúzia ou sair de um emprego que te oferece oportunidades para ir a outro que vai te engessar.
Para fechar, analise como está o setor para qual você pretende ir. A área ainda é ótima para atuação ou está passando por crises? Entender o panorama sobre a sua situação atual e as novas perspectivas oferecerá uma visão mais ampla sobre as vantagens e desvantagens de mudar de emprego. Tendo em vista todo esse processo ficará muito mais fácil bater o martelo e se desenvolver na carreira.

2017 é o ano da mudança?

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Mudança profissional. Esse é um assunto realmente delicado, afinal nem sempre as pessoas estão preparadas para lidar com situações novas, principalmente no âmbito profissional. No entanto, é preciso saber que a mudança é necessária e pode fazer com que um profissional insatisfeito se realize na nova carreira.

Entre as razões para uma possível mudança de emprego está a falta de oportunidade de ascensão profissional, de acordo com dados da empresa de recrutamento PageGroup. A pesquisa foi realizada com 800 profissionais de diversas áreas e funções e ela mostra ainda que dentre os profissionais com menos de 10 anos de experiência, de suporte e apoio à gerência, 94% têm a intenção de achar um novo emprego.

É claro que em tempos de crise esse cenário se modifica um pouco, mas é fato que os profissionais que querem o melhor e não estão satisfeitos aonde trabalham devem ir em busca daquilo que lhes atende como profissionais completos.

O salário representa 14% para os profissionais que desejam uma mudança. Em seguida vem o desejo de trabalhar em outro ramo com 13%, receber mais benéficos com 12%, mudança de setor ou atuação fica com 9% e o desejo de trabalhar em uma empresa menor vem na última posição com 3%.

Se 2017 é o ano da mudança ou não, é preciso que o profissional de Administração faça um balanço sobre sua carreira ao comparar o que deseja e o que já foi conquistado. Após essa reflexão, apesar de uma escolha difícil, o Administrador saberá o que é melhor para si mesmo.

Já pensou em fazer mestrado profissional?

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Quando os profissionais formados desejam fazer um curso de pós-graduação a primeira idéia que vem a mente são as especializações. Mas uma das modalidades que pode ser bastante proveitosa por que engloba a bagagem teórica com a aplicação do conhecimento é o mestrado profissional.
Como fica mais próximo ao mercado de trabalho do que os mestrados acadêmicos e são mais teóricos do que os cursos de especialização e MBAs, o mestrado profissional serve como alternativa para quem precisa se aprofundar no conhecimento específico, mas não quer perder de vista a aplicação prática da teoria.

A principal diferença entre o mestrado acadêmico é a ênfase da formação. Enquanto o acadêmico busca formar pesquisadores para atuara em universidades, o profissional tem por objetivo capacitar altamente os Administradores para o mercado de trabalho. Ele tem um aprofundamento conceitual e moderno para solução de problemáticas, mas também prepara os alunos para a docência, caso queiram.

Há ainda a possibilidade de fazer o mestrado profissional no exterior. Com o programa Ciência sem Fronteira, do Governo Federal, é possível realizar esse tipo de pós-graduação em países como Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, entre outros. Já pensou em ser mestre em negócios e ainda atuar profissionalmente? Pode ser uma excelente idéia para os profissionais que gostam de se manter em constante atualização. Vale a reflexão!

É possível aumentar a produtividade dos colaboradores?

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Sim, é possível! Como? Investindo em gestão de pessoas e no clima organizacional. Muitos líderes acreditam que para fazer com que a equipe colabore e trabalhe com afinco no alcance de metas e resultados é necessário primordialmente agir de forma dura e autoritária. No entanto, agir de maneira ditatorial poderá afastar ao invés de melhorar o relacionamento e a produtividades dos colaboradores.

Para aprimorar o rendimento da equipe o líder precisa organizar, primeiramente, a esfera pessoal, buscando formas diferenciadas e técnicas para desenvolver um planejamento estratégico. Após traçar o plano, o Administrador precisar levar em consideração os aspectos individuais de cada um dos seus colaboradores e assim, criar uma estratégia comum a todos, que atinja os anseios da empresa, mas também de cada funcionário.

Tornar o clima organizacional mais leve também ajuda a manter o foco dos funcionários. A partir do momento que o colaborador sente que o trabalho pode ser a extensão da sua casa e que o ambiente laboral é agradável e familiar, ele busca retribuir e atuar de forma a oferecer um serviço de qualidade e focado no alcance das metas da organização.

As pessoas se sentem mais motivadas a exercer bem uma atividade ou trabalho não apenas pela remuneração a ser recebida no fim do mês, mas pelo sentimento de pertencer a organização na qual faz parte. O importante é integrar o funcionário e buscar manter um diálogo aberto. Mas lembre-se, a produtividade só é alcançada quando as prioridades são definidas, ou seja, quando todos sabem qual objetivo deve ser atingido. E isso cabe ao líder definir.

Você se auto sabota na vida profissional?

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 Pode parecer até estranho, no entanto, profissionais bem preparados que estudam, se qualificam e sempre estão na busca por mais conhecimento e novidades podem ser aqueles que mais auto se sabotam. Isso significa que a auto sabotagem é uma forma de não sair da famosa área de conforto.

Sendo fruto do medo e da insegurança, sabotar a si mesmo é um péssimo padrão de comportamento que deve ser evitado. Mas antes, precisa ser trabalhado. Os Administradores e trabalhadores em geral que se identificam devem começar a procurar o sentido dessa insegurança que faz com que seus planos não sigam em frente.

Adiar projetos e até mesmo ações são exemplos da prática da auto sabotagem profissional. O medo de aprender coisas novas ou de estar em diferentes situações pode paralisar e trazer à tona sentimentos de dúvida, frustração, culpa, entre outros.

Ações como procrastinar, inventar desculpas, assumir posturas defensivas, não ouvir, não administrar o tempo, não conseguir delegar tarefas e, principalmente, ter medo limitam o sucesso de qualquer profissional.

É preciso enfrentar a si mesmo para vencer esse jogo e não se tornar mais uma vítima da auto sabotagem. Administrador, não limite seu próprio sucesso. Identifique o que você deseja e busque com prazer seus objetivos até alcançá-los. Se comprometa consigo mesmo e veja suas atitudes mudando, assim como seus pensamentos. Se precisar, busque ajuda profissional, mas não deixe de avançar apenas por medo do desconhecido.