Planejamento pode tornar reuniões mais produtivas e menos frequentes

0 comentários


As reuniões, que fazem parte do cotidiano de qualquer empresa, muitas vezes são vistas como estressantes e longas. Isso pode acontecer devido à falta de planejamento e organização, que transforma em perda de tempo algo que deveria ser uma oportunidade para aperfeiçoar o trabalho e facilitar a comunicação entre diferentes níveis hierárquicos.
Com um planejamento adequado, muitas reuniões seriam mais objetivas e eficazes. Por isso, veja alguns passos que devem ser seguidos para que as reuniões gerem bons resultados:
  •          O responsável deve se preocupar, em primeiro lugar, com o conteúdo da reunião;
  •          Tenha um tema bem definido. É importante saber também o tempo de cada assunto que será tratado e o objetivo da reunião. Isso otimiza o tempo;
  •          É fundamental estabelecer os tópicos a serem discutidos e solicitar o comparecimento apenas dos funcionários relacionados a eles para evitar a perda de tempo;
  •          Convoque os funcionários com antecedência, para que eles tenham tempo de se preparar adequadamente e possam se informar a respeito do tema que será discutido;
  •          Defina um horário para início e término e seja rigoroso com isso. Reuniões longas podem abordar outros assuntos e fugir do foco inicial, além de atrapalhar as tarefas pendentes daqueles que estão presentes;
  •          Durante a reunião, atenha-se aos assuntos que estão sendo discutidos e não realize atividades paralelas;
  •          Ao término do encontro pode ser enviado um e-mail agradecendo a presença de todos. Aproveite para pontuar as principais ideias e tópicos definidos.

Intercâmbio: a viagem rumo à capacitação profissional

0 comentários


Atualmente, está crescendo cada vez mais o interesse e a procura dos brasileiros por um intercâmbio. Claro que a experiência de conhecer um lugar diferente e uma cultura nova é bastante atrativa, mas o foco principal é outro: a busca por um diferencial no currículo.
Não é todo mundo que possui o poder aquisitivo para fazer um investimento desses, mas de uns tempos pra cá, o intercâmbio vem se tornando mais acessível tanto para estudantes quanto para os profissionais que já atuam no mercado de trabalho, tornando viável esta oportunidade de crescimento e especialização.
O domínio de outro idioma já se tornou pré-requisito em algumas empresas. Por isso, os cursos mais procurados são os que ajudam o estudante a desenvolver a língua estrangeira não só teoricamente, mas na prática do dia a dia ao se relacionar com os habitantes do local.
Os programas de estudos e trabalho e os programas High School para jovens do ensino médio também são bastante procurados. Neles, os participantes moram com uma família estrangeira e estudam um semestre ou um ano letivo em uma escola do lugar.
Além disso, para as pessoas já formadas há os cursos de pós-graduação, doutorado, mestrado e especialização, que são ideais para quem tem pelo menos dois anos de experiência no mercado de trabalho e dominam o inglês.
Existem diversos tipos de cursos, até para as pessoas que não sabem falar outro idioma. Vale lembrar também que a duração do programa varia de acordo com o curso escolhido. Não é complicado viajar para outro país, pelo contrário, está se tornando cada vez mais comum. Mas para isso é necessário que o interessado faça um planejamento financeiro e pesquise cuidadosamente por um programa de intercâmbio que se enquadre no seu perfil.

O segredo para uma carreira de sucesso está nas atitudes

0 comentários

Todas as pessoas têm qualidades, defeitos e manias, que são próprios da personalidade de cada um. No trabalho, essas características devem se adequar ao ambiente. Isso não significa assumir outra personalidade, mas sim rever alguns comportamentos que podem comprometer seu sucesso profissional.
Para garantir que o profissional não permaneça muito tempo estagnado em um mesmo cargo que não ofereça oportunidades de crescimento, algumas atitudes devem ser evitadas, tais como:
- Deixar de cumprir prazos e horários estabelecidos. Caso isso ocorra com frequência, você poderá ser visto como incompetente ou irresponsável;
- Falar mal do atual ou do ex-chefe. Isso pode abalar a confiança depositada em você por parte da empresa;
- Ser arrogante e não aceitar críticas. Ter uma postura forte e ousada é diferente de não aceitar ideias contrárias. É importante demonstrar que você reconhece seus erros e está disposto a melhorar;
- Ficar acomodado em uma empresa que não reconheça um colaborador competente. É necessário que o profissional consiga perceber o momento em que a troca com a organização deixou de ser construtiva;
- Não saber trabalhar em equipe. É preciso ter consciência que ninguém chega a lugar algum sozinho. É importante poder contar com os colegas de trabalho, tanto em momentos de crise quanto em momentos de conquista;
- Ter uma postura inadequada, usando roupas que não condizem com o ambiente, falando gírias ou expressões impróprias e passando muito tempo em redes sociais. O modo como um profissional se comporta é constantemente observado, e isso pode guiá-lo para uma promoção ou para o completo esquecimento. Em casos mais graves, pode causar o desligamento da empresa.

Para evitar erros como esses, o colaborador deve analisar seus erros e acertos continuamente, pedindo ajuda para alguém de confiança, caso seja necessário. Aceitar críticas construtivas e fazer um planejamento de carreira regularmente são fatores que diferenciam aqueles que têm reais chances de alcançar o sucesso dos demais.

Acordo Coletivo de Trabalho garante direitos que só a força de um sindicato é capaz de conquistar

0 comentários


Ter todos os seus direitos garantidos é o desejo de qualquer empregado. Ao contrário do que muitos pensam, os conflitos trabalhistas não se solucionam apenas através da atuação do Estado de Direito. Existem meios mais simples e autônomos de resolvê-los.
Asseguradas por leis, as negociações coletivas não só defendem os interesses das categorias que representam como também buscam garantir o cumprimento das leis trabalhistas. Cabe aos sindicatos a função de desenvolver soluções que melhor representem os interesses da categoria. Por meio deles é possível solucionar questões de natureza econômica e/ou social, que versam, sobretudo, garantir condições dignas de trabalho, estabelecendo assim, regras na relação empregado e empregador.
No Brasil, a Constituição Federal (Art. 8º, Inciso III), atribui aos sindicatos “a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria, inclusive em questões judiciais ou administrativas”. Assim sendo, a lei determina que o Sindicato represente os trabalhadores perante o empregador.
Durante um processo de negociação coletiva, cada Sindicato exige, de forma permanente, junto à empresa, o respeito a diversas garantias estabelecidas em lei, como o piso salarial da categoria, autonomia e independência técnica. Além disso, busca assegurar ganhos em reajustes salariais, aumentos reais, produtividade, antecipações salariais, anuênios e auxílio refeição e creche em benefícios dos profissionais empregados, entre outros.
As expressões “convenção” e “acordo coletivo” surgiram no Brasil, inicialmente, com o Decreto nº 21.761, de 1932, tendo por base a lei francesa de 1919. Ele possui efeito normativo para toda a categoria profissional e econômica. Após ser reconhecido constitucionalmente em 1934, todas as demais constituições brasileiras passaram a tratar do assunto. A Constituição de 1988, por exemplo, legitima não apenas as convenções coletivas (acordo entre Sindicato de empregados e Sindicatos de empregadores), mas também os acordos coletivos de trabalho (ajustes entre o Sindicato dos trabalhadores e uma ou mais empresas).
Contudo, o que se tem comprovado é que apenas a existência da lei não basta. É necessário que os empregados se unam aos Sindicatos e busquem com eles alternativas específicas e compactuadas com a verdadeira realidade enfrentada por cada profissão. Somente com a criação de normas trabalhistas que podem ser reivindicadas através das convenções e acordos coletivos é que os trabalhadores terão o respeito às disposições convencionais e legais mínimas de proteção do trabalho. Um dever que só a força de um Sindicato é capaz de exercer.
Para conhecer os acordos firmados pelo SINAERJ, visite o site: www.administradores.org.br

Feedback: um grande aliado no mundo dos negócios

0 comentários

A prática do feedback é muito difundida no meio corporativo, apesar de nem sempre ser utilizada de modo correto. A sua finalidade é facilitar a comunicação entre empresa e colaborador, pontuando de que modo o profissional pode melhorar seu desempenho e atingir os objetivos traçados.
Todos os profissionais precisam de referenciais para que possam evoluir no mercado de trabalho. A questão é que nem sempre o feedback, na maioria das vezes uma crítica construtiva, é dado de maneira adequada. Tanto a empresa quanto o profissional devem vê-lo como uma forma de benefício mútuo.
Essa prática contribui para o desenvolvimento de qualquer profissional. A avaliação deve ser feita de modo educativo, e não como forma de punição, para que o colaborador não fique frustrado e, como consequência, sofra com a perda de produtividade.
Quando se trata de quem recebe o feedback, alguns comportamentos devem ser adotados, como manter uma postura humilde e aberta ao que é falado. É compreensível que o profissional aja de maneira defensiva em um primeiro momento, porém se a crítica for pertinente, ele deve estar disposto a melhorar seu desempenho. Para receber bem críticas ou sugestões e transformá-las em algo construtivo, o ouvinte deve demonstrar interesse no que está sendo falado e solicitar exemplos de alguma postura considerada inadequada.
Assim, o feedback pode se tornar um dos grandes aliados de qualquer corporação. Se for bem usado, ele irá garantir uma relação de confiança e segurança na empresa, fatores importantes para aqueles que desejam evoluir e se superar.

Redes sociais fortalecem a relação entre empresas e clientes

0 comentários

      A tecnologia é onipresente nos dias de hoje. Sua presença vem se tornando tão comum que ela foi incorporada ao dia a dia de pessoas com diferentes idades e finalidades: lazer, estudos e, até mesmo, negócios. Nesse último, ela pode exercer o papel de aliada de empresas e organizações.
      Nesse quesito é impossível não falar em redes sociais. A difusão das formas de relacionamento na internet é tanta que em países como a Grã-Bretanha, por exemplo, 54% das pequenas e médias empresas utilizam ferramentas como Linkedin, Twitter e Facebook para se promover. No Brasil, esse uso está em crescimento. Segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Nielsen, realizado em 2010, o Brasil é o lugar onde as pessoas passam mais tempo na internet, à frente de países como Estados Unidos e Reino Unido. Devido a essa tendência, estar presente no mundo virtual é a maneira mais fácil de manter contato com o público-alvo.
      O uso de redes sociais nas empresas pode ser positivo porque permite uma comunicação imediata e à longa distância, assim como a troca de experiências com pessoas de diferentes idades e culturas. Elas permitem uma interação maior e também a diminuição de barreiras hierárquicas, pois possibilitam que um gerente converse com um diretor, por exemplo, sem a necessidade de reuniões presenciais.
      A presença da empresa no mundo virtual pode trazer o fortalecimento da marca e aumentar a fidelidade dos clientes. Para que as redes sociais funcionem como aliadas, e não como vilãs, algumas dicas devem ser seguidas:
•    Interagir com os clientes: crie uma estratégia para manter o seu perfil sempre atualizado e com um conteúdo relevante. Opiniões, ideias e reclamações do consumidor são importantes;
•    Monitorar os resultados: é importante saber como a marca está repercutindo entre os consumidores, se há reclamações ou elogios;
•    Revisar o que é postado: as informações devem ser checadas antes da sua divulgação, para evitar erros de português e problemas no conteúdo da mensagem. Um erro grave pode manchar a reputação da empresa;
•    Conectar os funcionários dentro da empresa: ter uma rede que integre toda a organização é importante para facilitar a comunicação entre os diversos setores;
•    Divulgar os lançamentos: coloque uma prévia de novos produtos e serviços na internet, para aumentar a sua visibilidade e repercussão, ampliando as chances de sucesso;
•    Procurar talentos fora do meio tradicional: divulgar oportunidades de emprego pode ser uma maneira rápida e prática de encontrar pessoas qualificadas.

A arte de falar em público

0 comentários

A maioria das pessoas geralmente tenta escapar, passar a vez ou dar uma desculpa quando o assunto é falar em público. Esse tipo de postura é bastante prejudicial para o desenvolvimento profissional. Ninguém nasce um excelente orador. Claro que existem pessoas que possuem o dom de falar em público, mas mesmo elas desenvolveram essa capacidade com o tempo e a prática.   

Por isso, veja algumas dicas interessantes para falar bem em público:
  1.      Saber se expressar é essencial para ser bem-sucedido no mercado de trabalho, e fora dele também. Ter ou elaborar ideias brilhantes não é o suficiente, você precisa saber vendê-las também.
  2.      Para conseguir um bom desempenho na hora de falar em público é necessário que você primeiramente domine o tema a ser abordado. Então leia, estude e pesquise muito, pois é praticamente impossível fazer uma boa apresentação se você desconhece o assunto ou se ele foi apenas decorado.
  3.      Fale de forma simplificada no momento de passar a informação, um número maior de pessoas irá atingir o entendimento sobre o tema. Não adianta ficar falando difícil ou dando muitas voltas, assim as pessoas não vão entender o seu discurso e você ainda corre o risco de perder o foco.
  4.      Converse com a sua família, seus amigos e conhecidos sobre o assunto que você pretende apresentar para público. Além de ajudar a fixar o tema, você também vai poder analisar se está sendo coerente no seu modo de falar e explicar.
  5.       Tente identificar o público alvo para saber qual tipo de linguagem utilizar. A sua forma de falar irá gerar intimidade com o público e facilitar a comunicação.
  6.       Domine também a sua expressão corporal. Todo mundo já ouviu aquela famosa frase: “O corpo fala”, pois é verdade, ele fala mesmo. A sua postura vai dizer o que você está sentindo. Tenha cuidado principalmente com as suas mãos, não as esconda ou as coloque dentro do bolso, pois você vai parecer uma pessoa insegura. Use sempre as mãos para gesticular, mas sem exagero.
  7.       Ficar nervoso é normal, entretanto não se deve transformar os discursos, apresentações, trabalhos acadêmicos ou participações em reuniões em grandes vilões.
 Então, não deixe para amanhã o que você pode aprender hoje. O tempo passa rápido no mercado de trabalho e você acabará ficando para trás se não tiver algum diferencial. E saber falar em público é o básico para se galgar uma grande carreira.