Finanças sob medida

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O orçamento familiar permite que a pessoa planeje os gastos do presente e saiba como eles ficarão no futuro
As demandas do mundo contemporâneo requerem das pessoas a máxima organização possível com as finanças. Gastar sem pensar não é investir. Planejar os gastos sim. E serve para quem está com as contas sob controle, como também para quem está no vermelho. O orçamento familiar é a organização de receitas (aluguel, renda, juros) e despesas (compras, contas, prestações) em um período de tempo determinado e usá-lo evita muitos transtornos.
Administrar recursos não é fácil, mas ajuda muito se os gastos forem anotados manualmente ou em uma planilha no computador. Descrevendo entrada e saída de dinheiro por mês, é possível que se planeje os recursos que vão ser investidos e outros que serão gastos no período. E, além de saber quanto foi gasto em cada segmento, é possível identificar os gastos com supérfluos e os que são feitos com a devida importância.
O orçamento permite que a pessoa planeje os gastos do presente e saiba como eles ficarão no futuro, mas se o balanço financeiro não for preciso, este não vai funcionar. Para detalhar a situação financeira da família, é preciso diferenciar receitas das despesas. Na parte reservada para receitas, inclua os salários de trabalho fixos e temporais, bonificações, aposentadorias recebidas, pensões alimentícias, recebimento de aluguéis, resgate de aplicações financeiras e afins. Quando especificar as despesas, sejam elas frequentes ou esporádicas, descreva o valor de cada uma. Neste quesito se incluem as contas fixas como as de luz, supermercado, gás, mas também deve se contar com os impostos e até mesmo com as balas e cafezinhos que são comprados na rua.
Para não haver surpresa, deve-se tomar cuidado ainda com os gastos compulsivos, como as compras por impulso, que podem deixar a pessoa endividada. Se gastar sem pensar for um problema, procure lembrar que melhor do que gastar é não ter a preocupação de como pagar a dívida depois.
O objetivo de planejar o orçamento é atender às suas expectativas de gastos. Você decide se o melhor será eliminá-los ou os enxugar, mas o esforço de controlar as suas finanças vai permitir localizar os resultados positivos e negativos da sua própria administração de recursos.

Profissionais criativos têm mais chances de crescer na carreira

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Administradores, independentemente do posto que ocupam em uma empresa, devem incentivar a criatividade de sua equipe. O potencial criativo dele mesmo e de seus liderados deve ser tratado como importante ferramenta de trabalho, pois sugerir novas ideias pode ser a oportunidade para os funcionários mostrarem sua capacidade para encarar os desafios. São soluções alternativas que destacam uma empresa no mercado de trabalho, por isso os colaboradores devem ser estimulados a encontrarem essas soluções.

Todo Administrador tem um cliente ou chefe que precisa conquistar e é a criatividade que acelera essa conquista. Além disso, no mundo dos negócios, os profissionais mais criativos tendem a ser a vitrine da empresa e também os mais reconhecidos, promovidos e bem pagos, ou seja, o profissional criativo tem mais chances de crescer na carreira.
Um Administrador é criativo quando cria um novo negócio ou quando observa as falhas da corporação e apresenta soluções diferentes quando percebe uma nova área para investir. Também se pode criar uma novidade para permitir redução de custos, melhoras de rendimento, otimização de procedimentos, etc.
E, como o mercado é composto por empresas e funcionários que competem entre si, se um Administrador não utilizar a criatividade no seu trabalho, o colega deste será criativo; se uma empresa preferir manter os padrões arcaicos nos procedimentos internos e na prestação de serviços, a concorrente dela vai passar à frente e “roubar” o que seria seu cliente. É a dura realidade, mas é assim que acontece. Porém, aqueles que estão atentos às novas tendências e se arriscam para conquistar nova clientela e superar seus limites tendem a ser melhor sucedidos naquilo que fazem.
Para fazer frente à concorrência e atingir resultados inovadores, é preciso afastar o pensamento tradicionalista e centralizador de algumas empresas. Pois os desafios não devem limitar o Administrador, mas ser encarados como oportunidades para que ele realize seu trabalho criativamente, flexibilizando as ações e avançando na qualidade dos serviços prestados pela empresa.

Planejamento pode tornar reuniões mais produtivas e menos frequentes

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As reuniões, que fazem parte do cotidiano de qualquer empresa, muitas vezes são vistas como estressantes e longas. Isso pode acontecer devido à falta de planejamento e organização, que transforma em perda de tempo algo que deveria ser uma oportunidade para aperfeiçoar o trabalho e facilitar a comunicação entre diferentes níveis hierárquicos.
Com um planejamento adequado, muitas reuniões seriam mais objetivas e eficazes. Por isso, veja alguns passos que devem ser seguidos para que as reuniões gerem bons resultados:
  •          O responsável deve se preocupar, em primeiro lugar, com o conteúdo da reunião;
  •          Tenha um tema bem definido. É importante saber também o tempo de cada assunto que será tratado e o objetivo da reunião. Isso otimiza o tempo;
  •          É fundamental estabelecer os tópicos a serem discutidos e solicitar o comparecimento apenas dos funcionários relacionados a eles para evitar a perda de tempo;
  •          Convoque os funcionários com antecedência, para que eles tenham tempo de se preparar adequadamente e possam se informar a respeito do tema que será discutido;
  •          Defina um horário para início e término e seja rigoroso com isso. Reuniões longas podem abordar outros assuntos e fugir do foco inicial, além de atrapalhar as tarefas pendentes daqueles que estão presentes;
  •          Durante a reunião, atenha-se aos assuntos que estão sendo discutidos e não realize atividades paralelas;
  •          Ao término do encontro pode ser enviado um e-mail agradecendo a presença de todos. Aproveite para pontuar as principais ideias e tópicos definidos.

Intercâmbio: a viagem rumo à capacitação profissional

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Atualmente, está crescendo cada vez mais o interesse e a procura dos brasileiros por um intercâmbio. Claro que a experiência de conhecer um lugar diferente e uma cultura nova é bastante atrativa, mas o foco principal é outro: a busca por um diferencial no currículo.
Não é todo mundo que possui o poder aquisitivo para fazer um investimento desses, mas de uns tempos pra cá, o intercâmbio vem se tornando mais acessível tanto para estudantes quanto para os profissionais que já atuam no mercado de trabalho, tornando viável esta oportunidade de crescimento e especialização.
O domínio de outro idioma já se tornou pré-requisito em algumas empresas. Por isso, os cursos mais procurados são os que ajudam o estudante a desenvolver a língua estrangeira não só teoricamente, mas na prática do dia a dia ao se relacionar com os habitantes do local.
Os programas de estudos e trabalho e os programas High School para jovens do ensino médio também são bastante procurados. Neles, os participantes moram com uma família estrangeira e estudam um semestre ou um ano letivo em uma escola do lugar.
Além disso, para as pessoas já formadas há os cursos de pós-graduação, doutorado, mestrado e especialização, que são ideais para quem tem pelo menos dois anos de experiência no mercado de trabalho e dominam o inglês.
Existem diversos tipos de cursos, até para as pessoas que não sabem falar outro idioma. Vale lembrar também que a duração do programa varia de acordo com o curso escolhido. Não é complicado viajar para outro país, pelo contrário, está se tornando cada vez mais comum. Mas para isso é necessário que o interessado faça um planejamento financeiro e pesquise cuidadosamente por um programa de intercâmbio que se enquadre no seu perfil.

O segredo para uma carreira de sucesso está nas atitudes

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Todas as pessoas têm qualidades, defeitos e manias, que são próprios da personalidade de cada um. No trabalho, essas características devem se adequar ao ambiente. Isso não significa assumir outra personalidade, mas sim rever alguns comportamentos que podem comprometer seu sucesso profissional.
Para garantir que o profissional não permaneça muito tempo estagnado em um mesmo cargo que não ofereça oportunidades de crescimento, algumas atitudes devem ser evitadas, tais como:
- Deixar de cumprir prazos e horários estabelecidos. Caso isso ocorra com frequência, você poderá ser visto como incompetente ou irresponsável;
- Falar mal do atual ou do ex-chefe. Isso pode abalar a confiança depositada em você por parte da empresa;
- Ser arrogante e não aceitar críticas. Ter uma postura forte e ousada é diferente de não aceitar ideias contrárias. É importante demonstrar que você reconhece seus erros e está disposto a melhorar;
- Ficar acomodado em uma empresa que não reconheça um colaborador competente. É necessário que o profissional consiga perceber o momento em que a troca com a organização deixou de ser construtiva;
- Não saber trabalhar em equipe. É preciso ter consciência que ninguém chega a lugar algum sozinho. É importante poder contar com os colegas de trabalho, tanto em momentos de crise quanto em momentos de conquista;
- Ter uma postura inadequada, usando roupas que não condizem com o ambiente, falando gírias ou expressões impróprias e passando muito tempo em redes sociais. O modo como um profissional se comporta é constantemente observado, e isso pode guiá-lo para uma promoção ou para o completo esquecimento. Em casos mais graves, pode causar o desligamento da empresa.

Para evitar erros como esses, o colaborador deve analisar seus erros e acertos continuamente, pedindo ajuda para alguém de confiança, caso seja necessário. Aceitar críticas construtivas e fazer um planejamento de carreira regularmente são fatores que diferenciam aqueles que têm reais chances de alcançar o sucesso dos demais.

Acordo Coletivo de Trabalho garante direitos que só a força de um sindicato é capaz de conquistar

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Ter todos os seus direitos garantidos é o desejo de qualquer empregado. Ao contrário do que muitos pensam, os conflitos trabalhistas não se solucionam apenas através da atuação do Estado de Direito. Existem meios mais simples e autônomos de resolvê-los.
Asseguradas por leis, as negociações coletivas não só defendem os interesses das categorias que representam como também buscam garantir o cumprimento das leis trabalhistas. Cabe aos sindicatos a função de desenvolver soluções que melhor representem os interesses da categoria. Por meio deles é possível solucionar questões de natureza econômica e/ou social, que versam, sobretudo, garantir condições dignas de trabalho, estabelecendo assim, regras na relação empregado e empregador.
No Brasil, a Constituição Federal (Art. 8º, Inciso III), atribui aos sindicatos “a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria, inclusive em questões judiciais ou administrativas”. Assim sendo, a lei determina que o Sindicato represente os trabalhadores perante o empregador.
Durante um processo de negociação coletiva, cada Sindicato exige, de forma permanente, junto à empresa, o respeito a diversas garantias estabelecidas em lei, como o piso salarial da categoria, autonomia e independência técnica. Além disso, busca assegurar ganhos em reajustes salariais, aumentos reais, produtividade, antecipações salariais, anuênios e auxílio refeição e creche em benefícios dos profissionais empregados, entre outros.
As expressões “convenção” e “acordo coletivo” surgiram no Brasil, inicialmente, com o Decreto nº 21.761, de 1932, tendo por base a lei francesa de 1919. Ele possui efeito normativo para toda a categoria profissional e econômica. Após ser reconhecido constitucionalmente em 1934, todas as demais constituições brasileiras passaram a tratar do assunto. A Constituição de 1988, por exemplo, legitima não apenas as convenções coletivas (acordo entre Sindicato de empregados e Sindicatos de empregadores), mas também os acordos coletivos de trabalho (ajustes entre o Sindicato dos trabalhadores e uma ou mais empresas).
Contudo, o que se tem comprovado é que apenas a existência da lei não basta. É necessário que os empregados se unam aos Sindicatos e busquem com eles alternativas específicas e compactuadas com a verdadeira realidade enfrentada por cada profissão. Somente com a criação de normas trabalhistas que podem ser reivindicadas através das convenções e acordos coletivos é que os trabalhadores terão o respeito às disposições convencionais e legais mínimas de proteção do trabalho. Um dever que só a força de um Sindicato é capaz de exercer.
Para conhecer os acordos firmados pelo SINAERJ, visite o site: www.administradores.org.br

Feedback: um grande aliado no mundo dos negócios

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A prática do feedback é muito difundida no meio corporativo, apesar de nem sempre ser utilizada de modo correto. A sua finalidade é facilitar a comunicação entre empresa e colaborador, pontuando de que modo o profissional pode melhorar seu desempenho e atingir os objetivos traçados.
Todos os profissionais precisam de referenciais para que possam evoluir no mercado de trabalho. A questão é que nem sempre o feedback, na maioria das vezes uma crítica construtiva, é dado de maneira adequada. Tanto a empresa quanto o profissional devem vê-lo como uma forma de benefício mútuo.
Essa prática contribui para o desenvolvimento de qualquer profissional. A avaliação deve ser feita de modo educativo, e não como forma de punição, para que o colaborador não fique frustrado e, como consequência, sofra com a perda de produtividade.
Quando se trata de quem recebe o feedback, alguns comportamentos devem ser adotados, como manter uma postura humilde e aberta ao que é falado. É compreensível que o profissional aja de maneira defensiva em um primeiro momento, porém se a crítica for pertinente, ele deve estar disposto a melhorar seu desempenho. Para receber bem críticas ou sugestões e transformá-las em algo construtivo, o ouvinte deve demonstrar interesse no que está sendo falado e solicitar exemplos de alguma postura considerada inadequada.
Assim, o feedback pode se tornar um dos grandes aliados de qualquer corporação. Se for bem usado, ele irá garantir uma relação de confiança e segurança na empresa, fatores importantes para aqueles que desejam evoluir e se superar.